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Como posso proteger minha autopeças da crise causada pelo Coronavírus (Covid-19)?

Que o Coronavírus chegou ao Brasil e está preocupando todos nós já não é novidade. Também não é novidade o impacto econômico que o afastamento social pode causar nas empresas. Nos últimos dias vimos o mercado como um todo se mobilizar, priorizando a segurança de seus funcionários da melhor maneira possível. Tais ações fizeram com que grande parte do comércio no Brasil também abaixasse as portas. 

Este novo cenário vai fazer com que o mundo todo se recolha e depois de tudo isso, modifique a maneira como todos nós fazemos negócio. Segundo especialistas, a curto prazo sentiremos os impactos econômicos negativos de todo esse afastamento. A longo prazo, as empresas mudarão a forma de oferecerem seus produtos e serviços. 

É um novo momento, em que todos estão buscando alternativas para se proteger do vírus e também manter suas empresas, na medida do possível, de forma saudável.

E o setor de autopeças, como fica?

Desde o começo da epidemia do Coronavírus as importações de autopeças ficaram ameaçadas.  Com baixo custo de produção, a China, país onde originou o vírus, é o maior fornecedor do Brasil. Por isso os impactos foram sentidos antes mesmo da pandemia chegar por aqui. Outros países que fornecem autopeças para o brasil, também foram afetados pela epidemia. Entre eles estão Japão e Coreia do Sul.

Este problema fez com que muitas empresas temessem o desabastecimento de algumas peças. Mas por enquanto, nada disso passou de especulação apenas. O abastecimento continua ocorrendo normalmente.  

Sim, isso não excluí o fato de que o setor automotivo foi um dos mais atingidos até o momento, já que Wuhan representa uma grande parte da produção de autopeças.

Mas apesar de todos estes acontecimentos, é importante que estejamos calmos para tomada de novas decisões e pensarmos em caminhos alternativos. É aconselhável não ignorarmos todos estes sinais de alerta, mas sim que nos preparemos para adaptações de mercado. 

Sem pânico, mas com cautela. 

Dicas para você não deixar de vender na crise!

Segundo o Sebrae, existem opções criativas para manter as vendas de produtos e serviços.

Veja abaixo:

 1 – Planeje com seus funcionários formas alternativas de venda

Estabeleça linha direta com os seus funcionários, atualize-os sobre como será o funcionamento do seu negócio, horários, questões de segurança, a nova estratégia de atendimento. Os seus funcionários precisarão adotar novas formas de trabalhar, mas só poderão fazê-lo caso tenham informações claras e consistentes de você, dono do negócio. 

2 – Comunique seus clientes

Envie mensagem aos seus clientes, comunicando a sua nova estratégia, como irá atendê-los durante este período. 

3 – Se aproxime de seus clientes

Reveja o seu modelo de negócios, a sua forma de entregar produtos, agregue serviço, agregue valor.

Exemplo: se você tem uma loja física, um pequeno varejo, inove, ofereça serviços aos seus clientes em casa.

Você tem o contato do seu cliente? Envie mensagens ofertando serviços especiais como amostra e entrega em domicílio de produtos. 

4 – Entregue em domicílio

Você poderá utilizar serviços de motoboy para entrega dos seus produtos ou até mesmo mobilizar a sua equipe local para fazê-la – cada loja tem seu raio (área) de atuação. Verifique se é possível que a sua equipe faça a entrega do produto na casa do cliente.  

5 – Divulgue no digital

Reforce a divulgação dos seus produtos em seus canais online, faça ofertas especiais com entregas em domicílio pelas equipes de vendas locais ou serviço de entrega – motoboy. 

 6 – Garanta a segurança e conquiste a confiança dos clientes

Se você tem um pequeno varejo de rua, envie mensagem ao seu cliente falando dos cuidados que você está tendo em seu negócio, uso de detergentes na limpeza várias vezes ao dia, funcionários atendendo com uso de máscaras, a possibilidade de disponibilizar máscara para o cliente, o cliente poder marcar hora para ter atendimento exclusivo, evitando muitas pessoas no mesmo horário.

Se você tem um serviço, faça a entrega do serviço um a um tomando cuidado com as recomendações de higiene e prevenção.

Exemplo: salão de beleza poderá ir até a casa do cliente. Ou a possibilidade do cliente marcar um horário exclusivo para ser atendido.    

7 – Provoque a flexibilidade na atuação dos colaboradores

Se você é empresário da área de alimentos, tem um restaurante, verificar a possibilidade da sua equipe de atendimento, exemplo garçom, passar a dar suporte a entregas em domicílio, pois as pessoas provavelmente irão optar por esta modalidade de serviço.  

 8 – Crie uma força tarefa no digital

Se você é um varejista de roupas/acessórios e beleza, por exemplo, oriente seus funcionários a agirem como “consultores” da sua marca/empresa no ambiente online, eles se tornarão influenciadores da sua marca nos ambientes digitais (Facebook, Instagram, WhatsApp), eles irão impulsionar suas vendas online e offline além de poderem até fazer a entrega, dependendo do raio de ação de cada negócio. 

 9 – Planeje a sua atuação para o fim da crise

As previsões estão na linha de que os impactos da pandemia nos negócios não devem ultrapassar 4 meses. Use este tempo de pausa para rever seu negócio e planejar o futuro dele, em vez de reduzir o número de funcionários, incentive-os usar seu tempo para atualizar informações sobre os clientes, perfil, preferencias, sistemas internos, aprimorar habilidades e criar novos produtos e serviços para estarem melhor preparados para a eventual recuperação, pois o planejamento de recuperação precisa começar enquanto você ainda está reagindo à crise.

Aproveite ainda os Cursos Online e Gratuitos do Sebrae para adquirir mais habilidades e pensar novas estratégias para o negócio. 

10. Inove rapidamente em torno de novas necessidades e hábitos de consumo

Além de rever seu portfólio de produtos/serviços, as novas necessidades dos clientes criam oportunidades de inovação para os seus negócios. Não fique focado em ações defensivas, aproveite este momento para inovar ousadamente em torno de oportunidades emergentes. Fique de olho nos sinais que o seu consumidor dará.

Observe, algumas mudanças de comportamento e consumo provavelmente persistirão além da crise e muitos setores ressurgirão para novas realidades de mercado. É cedo para dizer com certeza quais novos hábitos surgirão e quais permanecerão no longo prazo, mas teremos aumento de consumo online de produtos e serviços alimentares, de vestuário, beleza e saúde, home office entre outros.

Fonte:

https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/10-dicas-para-vender-produtos-e-servicos-na-crise-do-coronavirus,40f59fe6ecae0710VgnVCM1000004c00210aRCRD

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